Na micropigmentação fio a fio, independente do
método ou aparelho utilizado, a proposta é fazer traços, simulando pelos nas
sobrancelhas, de modo que os “fiozinhos” cheguem a ser confundidos com os pelos
naturais.
Diferente de uma pintura, em que se desenha num
quadro ou papel, os fios da micropigmentação são desenhados na pele, tecido
vivo e complexo, com células que nascem e morrem a cada momento.
Isso significa que o desenho feito terá algumas
alterações ao longo do tempo, como:
* Nitidez:
o fio já não é mais tão nítido.
* Expansão: o desenho do pelo dá uma leve
engrossada.
* Sombreamento: quando os fios engrossam, se
eles estiverem muito próximos uns dos outros, vão se unir, causando um efeito
esfumado.
* Clareamento: o trabalho de micropigmentação é
semi permanente. Isso quer dizer que o design vai clareando até sair por
completo, se não forem feitas as manutenções.
Considerando também o estilo de vida de cada
pessoa como: fumo, exposição ao sol, uso de medicamentos, cosméticos e etc., é
evidente que essas transformações aconteçam num intervalo maior ou menor de
tempo.
Mas se no
final a tendência é esfumar, porque se submeter ao método fio a fio?
A micropigmentação fio a fio tem um aspecto
mais natural mesmo nos primeiros dias, enquanto que os métodos
esfumados/compactos ficam mais escuros no início e geram descamação e coceira
mais intensas no processo de cicatrização.
Mesmo com as alterações citadas, as
sobrancelhas aparentam mais naturalidade nas técnicas de fios, enquanto outros
métodos deixam o aspecto de maquiagem.